sábado, junho 24, 2006

VISITANDO OUTROS BLOGS

DESCULPEM, MAS REPUBLIQUEI
MEU TEXTO, POIS SOU UM ZERO A ESQUERDA
EM EDITAR BLOGS, RSRSRS,
E NÃO CONSEGUI CONSERTAR ALGUNS ERRINHOS
QUE HAVIA DEIXADO NO PRIMEIRO TEXTO.
AGORA SIM, LEIAM, POR FAVOR!
OBRIGADA.

Com o coração ainda quebrantado
resolvi perscrutar o blog de um amigo
para tentar me esquecer de meu eu...
Li uma mensagem que postara,
a qual tomara emprestado - com a devida menção
de um amigo seu, conhecido meu.
Comecei a ler o texto, e, embasbacada,
não pude conter as lágrimas.
Não era um texto melancólico,
nele inexistiam histórias tristes.
Mas eram desabafos tão únicos e tão comuns,
tão singulares e tão iguais aos meus...
Foi mais forte que eu,
postei o seguinte comentário:
"Não vivi mais que, suponho seja,
a metade de meus anos...
mas já ouvi mais que, entenda eu,
meus ouvidos precisavam ouvir.
Acumulei caroços de jabuticaba na bacia,
alguns bem roídos, outros mal chupados.
Também, algumas eram doces e outras amargas...
Mas tão cansada quanto vocês estou,
de perder tempo em meio à falta de tempo.
um beijo, Deus nos abençoe!"
Até quando, até quando?
Não dá para continuar
nesse viver medíocre e limitado
nessa visão fraca e distorcida
nesse egocentristo insano
nesse conservadorismo hipócrita.
Tão cansada estou,
de perder tempo
em meio à falta de tempo...
O tempo urge...
Que fazemos nós?
Discutimos se batemos palmas ou não?
Reclamamos da altura do som?
Torcemos o nariz para o toque da bateria?
Criticamos as dedicadas vidas que tocam no louvor?
Maldizemos o dom das pessoas que fazem a coreografia?
Saímos na hora da pregação da Palavra de Deus?
Fechamos nossas bocas no momento dos hinos?
Que devemos fazer?
Cerrar as portas?
Ah, não, temos feito de forma mais sutil:
espantamos os diferentes - eles não se encaixam;
abominamos o novo - falta de respeito;
esquecemos os neófitos - eles dão muito trabalho,
cobram-nos postura íntegra,
reclamam por atenção,
e a pior, perto deles precisamos tomar cuidado,
pois não podemos ser pedra de tropeço...
Nós...não sei mais quem somos nós...
Mas sei o que deveríamos ser,
não na forma, mas na essência,
aquela que exala por si,
sem fazer força ou teatro.
Sim, deveríamos ser,
então por que não somos:
"Geração eleita, sacerdócio real, nação santa,
povo exclusivo de Deus, para anunciar as grandezas
daquele que os chamou das trevas
para a sua maravilhosa luz". (I Pe 2.9, NVI)
E então, por que não somos?

Visitem o blog do meu amigo,
pastor Roberto Montechiari
www.residuosdaalma.blogspot.com

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Com o coração ainda quebrantado
resolvi prescrutar o blog de um amigo
para tentar me esquecer de meu eu...
Li uma mensagem que postara,
a qual tomara emprestado - com a devida menção
de um amigo seu, conhecido meu.
Comecei a ler o texto, e, embasbacada,
não pude conter as lágrimas.
Não era um texto melancólico,
nele inexistiam histórias tristes.
Mas eram desabafos tão únicos e tão comuns,
tão singulares e tão iguais aos meus...
Foi mais forte que eu,
postei o seguinte comentário:
"Não vivi mais que, suponho seja,
a metade de meus anos...
mas já ouvi mais que, entenda eu,
meus ouvidos precisavam ouvir.
Acumulei caroços de jabuticaba na bacia,
alguns bem roídos, outros mal chupados.
Também, algumas eram doces e outras amargas...
Mas tão cansada quanto vocês estou,
de perder tempo em meio à falta de tempo.
um beijo, Deus nos abençoe!"
Até quando, até quando?
Não dá para continuar
nesse viver medíocre e limitado
nessa visão fraca e distorcida
nesse egocentristo insano
nesse conservadorismo hipócrita.
Tão cansada estou,
de perder tempo
em meio à falta de tempo...
O tempo urge...
Que fazemos nós?
Discutimos se batemos palmas ou não?
Reclamamos da altura do som?
Torcemos o nariz para o toque da bateria?
Criticamos as dedicadas vidas que tocam no louvor?
Maldizemos o dom das pessoas que fazem a coreografia?
Saímos na hora da pregação da Palavra de Deus?
Fechamos nossas bocas no momento dos hinos?
Que devemos fazer?
Fechar as portas?
Ah, não, temos feito diferente:
espantamos os diferentes - eles não se encaixam;
abominamos o novo - falta de respeito;
esquecemos os neófitos - eles dão muito trabalho,
nos cobram postura íntegra,
reclamam por atenção,
e a pior, perto deles precisamos tomar cuidado,
pois não podemos ser pedra de tropeço...
Nós...não sei mais quem somos nós...
Mas sei o que deveríamos ser,
não na forma, mas na essência,
aquela que exala por si,
sem fazer força ou teatro.
Sim, deveríamos ser,
então por que não somos?
"Geração eleita, sacerdócio real, nação santa,
povo exclusivo de Deus, para anunciar as grandezas
daquele que os chamou das trevas para a sua
maravilhosa luz". (I Pe 2.9, NVI)

Visitem o site do meu amigo,
Pastor Roberto Montechiari
www.residuosdaalma.blogspot.com

ais e uis, xô de mim!

Pontadas aqui
ais e uis ali.
Sabe quando se pára
e tudo que ouve
é a própria voz a murmurar?
Misericórdia de mim
por que assim?
Nada de ais
tampouco de uis.
Que momento enfadonho
deveras entediante
faz-me irritadiça
mas como, se sou eu
a causa disso?
Olhe bem
preste bastante atenção
pare para ouvir
e guarde estas palavras:
a tristeza e a dor
vêm e passam por nós,
os grandes com elas se burilam
e os medíocres com elas choram.
Tempo de lamúrias, afaste-se de mim!
A noite chegou, e com ela se vão meus pesares.
O sol põe-se a raiar no céu,
apresse-se, dia ensolarado,
estenda-se sobre mim!
Assim, tão simples, a mim...